As minhas mãos estão quase vazias.
Tenho florido tão pouco
além dos meus muros
que o que tenho alcançado
não alcança com graça o Seu Jardim.
Perdoe-me esses instantes de escassez.
As sementes são sempre boas,
mas o terreno precisa de cuidado novo,
ou os ramos se desviarão do Seu rumo.
Não é o que quero.
Não aceito mais o caminho impensado.
O que dá trabalho aos Seus
não é digno de Si.
Hoje posso Lhe oferecer algumas certezas.
São ainda poucas,
mas têm a força do meu melhor.
Porque conheço-Lhe Toda a face,
sem chance de equívoco,
sei que me reconhece
também na ausência,
quando ela me pausa o passo
para pouso mais firme.
quinta-feira, 13 de março de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
O universo de ser.
... Yohana Rinnardi - 19:54
Brinca dentro de mim
uma tal ventura
que é toda sede,
fonte, horizonte.
Prazer.
Sei quando é o Amor agindo,
convencendo, construindo
o universo de Ser.
Perco o passo da pressa
nessa lúcida loucura,
e aceito o tempo.
- Ahhh... esse mágico movimento
na emoção de renascer.
...
uma tal ventura
que é toda sede,
fonte, horizonte.
Prazer.
Sei quando é o Amor agindo,
convencendo, construindo
o universo de Ser.
Perco o passo da pressa
nessa lúcida loucura,
e aceito o tempo.
- Ahhh... esse mágico movimento
na emoção de renascer.
...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Um olhar diferente
... Yohana Rinnardi - 15:54
Não são fragmentos.
Os olhares
com que me persigo
têm sua dor e seu sorriso
mais consistentes,
a traduzirem,
desesperadamente,
anseios de eras a fio.
Percurso. É o que são.
Prece. Desgovernada,
feliz
e ambiciosa,
rompendo as grades da prisão.
...
Os olhares
com que me persigo
têm sua dor e seu sorriso
mais consistentes,
a traduzirem,
desesperadamente,
anseios de eras a fio.
Percurso. É o que são.
Prece. Desgovernada,
feliz
e ambiciosa,
rompendo as grades da prisão.
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