Deixa que eu desafogue
por segundos
nesse canto de alma,
quando me recebes em Teu solo de terra firme.
Meu barquinho já vai longe.
Lá por onde ficou a fonte
que eu idealizei
quando já era deserto.
Esfrego os olhos,
e ainda parece
que nada sei desses céus tão claros.
Mas eu sei, agora,
que é questão de tempo
e de caminhada.
A minha morada eu não perdi
-ilumina-me!
terça-feira, 17 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Desse Amor
... Yohana Rinnardi - 15:17
Nas Mãos Desse Amor
(Yohana)
Divinas essa pétalas
que vêm das lonjuras
das Constelações
desse Amor tamanho.
Não têm fim.
Não tem fim essa Presença,
a tolerância,
a esperança em mim.
Deito nas Mãos dessa Poesia Maior
a minha vida,
a minha história,
e vou, fortalecida
nessa alforria.
O que essas Mãos delineiam
eu cumpro.
Eis a minha flor mais bem cuidada.
Eis a minha vida
e o meu Amor.
Eis O meu rumo.
domingo, 1 de junho de 2008
Profundidade
... Yohana Rinnardi - 20:32
Quando esse coração deserta,
é que se afogou a si
de profundidade.
Agora precisa emergir,
e perdeu o caminho.
Estende essas Tuas estrelas
pelos meus olhos
que eu só sei ver de bem perto,
dentro das minhas águas.
é que se afogou a si
de profundidade.
Agora precisa emergir,
e perdeu o caminho.
Estende essas Tuas estrelas
pelos meus olhos
que eu só sei ver de bem perto,
dentro das minhas águas.
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