De tudo quanto é equívoco
em orbes mata-borrão,
mais humilhante o vício
da própria destruição.
Não que a fome não ultraje,
a solidão não mate,
a selvageria não doa...
Mas o que faz à arte
de viver a gente
sem auto-liberdade!?
Na tristeza, que definha,
no medo, que delimita,
no ódio, que enferma,
na droga, que corrompe...
A gente que se faz tolhida
se perde de si, se aniquila
nas mãos da própria anuência.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Pedra bruta
... Yohana Rinnardi - 17:28
Toma estas mãos nas Suas,
que esse tempo Lhe pertence,
como a minha própria vida.
Crua e inábil,
quebrarei as letras
e o sentido.
Mas não desista de mim,
e quando a vida lapidar meu verso,
o dia manterá Sol,
em todo o seu brilho.
...
que esse tempo Lhe pertence,
como a minha própria vida.
Crua e inábil,
quebrarei as letras
e o sentido.
Mas não desista de mim,
e quando a vida lapidar meu verso,
o dia manterá Sol,
em todo o seu brilho.
...
de gente humana
... Yohana Rinnardi - 14:47
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